domingo, 23 de novembro de 2008

Educação


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Educação

Sábado, 22 de novembro de 2008, 21h59

Rio: professores de áreas de risco receberão bônus

Carol Medeiros

Convidados pelo jornal O Dia, professores, diretores, alunos, pais, funcionários puderam entrevistar a futura responsável pela Educação no Rio de Janeiro. Mãe de cinco filhos, a administradora Cláudia Costin afirmou que sua prioridade como secretária municipal será as áreas de risco. Ela vai criar um "adicional de localidade" como incentivo financeiro para professores assumirem turmas em escolas de comunidades violentas, onde pelo menos 63 mil crianças estão vulneráveis ao cotidiano de conflitos e pobreza. Segundo levantamento do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), 212 escolas do município estão em áreas de risco. Estas unidades serão as primeiras a implementar na nova gestão o horário integral, que hoje só existe em 163 unidades - a rede tem 1.066.


Só este ano, milhares de estudantes ficaram sem aula, porque as escolas fecham quando há ações policiais nas favelas. Por conta da violência, estas unidades têm dificuldade de preencher seus quadros de docentes. Como garantir professores nestas escolas e qual suporte os mestres e seus alunos terão da secretaria?

Acredito na integração entre as políticas públicas e vou criar articulação com a Secretaria Estadual de Segurança Pública e as de Saúde. Educação não é só saber como dar aula. Você tem crianças com problemas de aprendizado causados por situações traumáticas advindas da pobreza ou da violência. Elas merecem tratamento diferenciado. O professor é a chave fundamental para detecção de problemas dentro da sala. E toda escola deve ter um coordenador pedagógico - essa é uma prioridade que pretendo cumprir já no primeiro ano. Ele vai criar condições para os professor atuar. O ideal é que cada unidade tenha um psicólogo, mas é uma meta com que ainda não posso me comprometer pois não olhei o orçamento. Enquanto não tivermos isso, podemos encaminhar aos centros de referência em psicologia. Vamos travar parcerias, trabalhar com o possível hoje. E ter um bom coordenador pedagógico resolve parte dos problemas. Isso é prioridade.
Haverá estímulos financeiro aos profissionais que aceitarem trabalhar nestas escolas. Se ainda não existe, vamos criar incentivos como adicionais de localidade no salário. Meu trabalho será muito focado nas comunidades. É lá principalmente que você tem que ter bons prefessores, diretores, gente que receba um preparo específico. Pretendo também contar com a ajuda de ONGs para orientar os novos professores. Não adianta pintar a realidade de rosa. Essas situações de violência existem dentro e fora de sala de aula e temos que encará-las.

Durante a campanha, o prefeito eleito Eduardo Paes prometeu estender o horário integral a toda a rede. Onde ele já existe, nem sempre é cumprido, porque falta professor. Como a senhora pretende realizar a promessa do prefeito e garantir que o contraturno saia da teoria para a prática?

Não basta deixar as crianças mais horas na escola. É preciso ampliar o repertório do aluno. No contraturno, após fazer o dever de casa, podemos levá-los a equipamentos culturais e centros desportivos, usar recursos das próprias localidades, através de parcerias. Claro que é mais fácil em bairros de classe média, onde existem clubes, por exemplo. Nas comunidades, tem que montar parcerias competentes com ONGs. As crianças podem ser transportadas para teatros e bibliotecas também, já conversei com a Jandira Feghali (futura secretária de Cultura) sobre isso. Ou seja, não necessariamente precisamos só de professores. Podem ser monitores, biblitecários, guias de museu. A ampliação do período integral será enfatizada nas áreas de maior vulnerabilidade da infância à violência, onde o Ideb é menor, onde faltam equipamentos sociais. Ali será nossa concentração de esforços. Não vamos descuidar dos bairros de classe média, mas a abordagem será diferente.

Nestes anos de gestão Cesar Maia, os movimentos de classe poucas vezes foram recebidos pela secretária de Educação. Como será a sua relação com os sindicatos?

Eles são representantes dos professores e têm que ser recebidos e ouvidos. Com certeza, temos uma agenda mínima comum já que eles estão preocupados com a melhoria da educação. Para darmos um salto de qualidade, devemos ter um pacto pela educação no Rio, a exemplo do que foi feito em Alagoas entre governo e sindicatos. Fica aqui um convite para que pensemos juntos no que faremos para as crianças cariocas aprenderem mais e melhor.Segundo a Unesco, uma sala de aula deve ter no máximo 25 alunos. A minha turma, no início do ano, tinha 39.

Como ter ensino de qualidade e atenção 'exclusiva' com turmas superlotadas?

Temos que ver, primeiro, onde estão as unidades com turmas maiores. Provavelmente há escolas com turmas pequenas. Se possível, respeitando o local de moradia da criança, a gente redistribui. Claro que isso não é suficiente e nem será sempre possível. Com certeza, construiremos novas escolas, mas nos bairros certos, onde há maior demanda. E, para oferecer mais turmas, instituir a educação de suporte (reforço escolar) e cobrir o déficit de docentes, vamos contratar mais professores.

Como você lida com uma estrutura que vai formar gente e não tem o número de profissionais suficiente?

Uma das primeiras coisas que negociei com o prefeito é que teremos concurso para professor todos os anos.Se você fica 10 anos sem concurso, uma geração de professores experientes se aposenta e não repassa conhecimento para os novos. E, para algumas atividades, como oficinas, não precisaremos de professor, mas de estagiários, que é uma forma de colocar os futuros professores em contato com a realidade que terão que enfrentar depois de formados.
Todos falam do déficit de professores, mas uma escola não funciona sem servente, merendeira, inspetor.

A secretaria vai fazer concurso público para funcionários?

Vamos fazer um diagnóstico da necessidade de profissionais de apoio à Educação para saber quantos e quais funções são necessárias. O que não pode é deixar a escola desestruturada. Posso chegar a conclusão de que uma cooperativa de mães pode resolver determinado problema, como vi acontecer em Sâo Paulo. Pode ter gente sobrando numa área e faltando em outra.
Não existe creche municipal perto da minha casa e as duas dos bairros vizinhos não tinham vaga. Não posso pagar uma babá.

A senhora pretende construir creches em todos os bairros?

A promessa do prefeito é triplicar a oferta de vagas nas creches. Faremos isto construindo novas creches municipais e também firmando novos convênios. Além da necessidade de os pais trabalharem, a faixa de idade de 0 a 3 anos é importantíssima para estimular o aprendizado. Vamos ter creches em todos os bairros da cidade onde houver crianças. Elas serão construídas primeiro nas regiões de maior vulnerabilidade, ou seja, nas áreas de risco e comunidades carentes.

Na minha escola faltam cadeiras para os alunos e mesa para o professor. Desde maio do ano passado, dividimos espaço com outra escola, porque a nossa foi demolida, entrou em obras e até hoje não ficou pronta (o prazo de conclusão era maio). Isso desanima e muitos desistem de estudar. Como a senhora pode resolver isso e melhorar o nosso ensino?

As escolas não precisam ter estrutura sofisticada, mas condições de as crianças assistirem às aulas. O mínimo que se pode fazer é equipar. É fácil falar, mas dicífil fazer. Iremos a cada escola da rede fazer um diagnóstico preciso das condições físicas e de equipamentos. Serei uma secretária que constantemente vai visitar escolas. Sou obcecada por escola. Criei cinco filhos e visitar escola é uma especialidade. Mas agora irei com um olhar de mãe e de secretária. Se uma escola não tem condições de educar o seu filho, você vai querer isso para os filhos de uma cidade que te abriga como secretária de educação? Sem demagogia, isso não faz sentido.


O Dia

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Para refletir!


Nós aprendemos a voar como pássaros, a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos.

Martin Luther King.

Onde surgiu o Surf ?



Na Polinésia, provavelmente há mais de mil anos.
Originalmente devia ser apenas um meio
prático para os navegadores polinésios deixarem
os barcos - devido à dificuldade de manobras
entre certas ilhas – e alcançarem a terra rápida-
mente, vencendo com facilidade a arrebentação.
O marinheiro-surfista chegava nu, deitado sobre
uma pesada tábua de madeira. O primeiro registro
histórico dessa atividade data de 1777, quando o
navegador inglês capitão James Cook (1728-1779)
observou no Taiti nativos surfando em longas
pranchas. Cinqüenta anos depois, a prática foi
considerada imoral pelos missionários europeus,
que a proibiram. Só a partir de 1920 o surfe vira
um esporte – com os surfistas devidamente
vestidos com calções de banho.

Você sabia ?


A família Real e as perucas!


Ao fugirem de Portugal para o Brasil, devido a invasão das tropas francesas, comandadas por Napoleão Bonaparte, a família real veio para o Brasil em navios superlotados, muitos viajaram somente com a roupa do corpo.

A higiene era tal forma precária, que houve um surto de piolho nos navios, obrigando as mulheres a rasparem as cabeças, entre elas a princesa Carlota Joaquina.
Para disfaçar, ao desembarcar no Brasil passaram a usar perucas, o que se tornou um hábito até mesmo entre os homens.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Aos meus amigos!



BONS AMIGOS.


Abençoados os que possuem amigos,
os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!


Benditos os que sofrem por amigos,
os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!


Benditos os que guardam amigos,
os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!


Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade
ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!


Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!
Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,
Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

Machado de Assis.

Consciência Negra


Trabalhamos com o 1º e 2º ano com esta história chamada o ANJO NEGRO enfatizando a importância de sermos todos iguais perante a Deus e que a diferença entre as raças não é o principal em nossas vidas e sim o caráter que cada um possui e que devemos sempre tratar a todos por igual. Ao realizar está atividade todas as turmas dos respectivos anos não tiveram dificuldades e foram muito participativos. Após a contação da história os alunos realizaram atividades artísticas com dobradura e pintura de um anjinho para ser exposto na escola. Valeu!

Então lá vai a historinha, espero que vocês aproveitem bem !

ANJO NEGRO

Os meninos da Terra são muito estranhos. Eles julgam os anjos pela cor. Gabriel, quando desceu a Terra, sabia disso e se precaveu. Sabia que iria sofrer esse preconceito e cada amiguinho iria querer vê-lo de uma forma. Se fosse preciso ele transformaria seu corpo com sua energia de anjo. Logo que chegou a Terra, uma menina percebeu sua presença. Percebeu também que ele não tinha cor. Seu corpinho era lindo. Seu rosto, suas asas, tudo transparente. Uma transparência maravilhosa. Ela olhou para ele e disse:
-Acho que é um anjo. É sim, um anjinho, mas não deve ser dos bons, se fosse seria vermelho e se fosse vermelho acharia minha boneca.
O anjinho mentalizou, vibrou, pôs energia na sua vontade e se tornou vermelho. Encontrou a boneca da menina. Despediu-se e seguiu seu caminho.
Depois de muito voar, encontrou um menino que disse:
- É um anjo. Mas anjo vermelho eu nunca vi. Bem que poderia ser um anjo verde, anjo da esperança. Então ele iria tirar minha pipa de cima daquela árvore.
O anjinho mais uma vez vibrou e tornou-se verde. Voou até a árvore e libertou a pipa do menino. Achou que aquela cor estava um tanto estranha mas seguiu seu caminho. Voou mais um pouco e novamente encontrou outro menino. Esse olhou para ele com olhos de quem não estava acreditando e falou:
- Que anjo estranho. Talvez seja dessa cor para confundir-se com a mata. Não é feio, mas eu gostaria de um anjo azul... da cor do céu. Sendo azul, ele poderia entrar naquele canal e pegar minha bola que caiu lá dentro.
O anjinho mentalizou a cor azul, um azul muito bonito da cor do céu e no mesmo instante lá estava ele azul e com a bola debaixo da asa. O menino, muito educado, agradeceu ao anjo Foi então que o anjo ouviu um chorinho. Era uma menina. Seu irmão tentando consolá-la disse:
- Não chore, olha, é um anjo.
Com os olhos ainda cheios de lágrimas, ela respondeu:
- Ainda que fosse um anjo preto, eu acreditaria que minha mãe está no céu. O homem mau falou que negro não entra no céu porque anjo é loirinho de olhos azuis.
O anjo comoveu-se ao perceber que o menino negro e sua irmãzinha eram órfãos. Não poderia trazer de volta aquela mulher como fez com a boneca, a pipa e a bola mas naquele momento, ele pôs toda sua energia na vontade de ser preto e se tornou o anjo negro. Para sempre... O anjo de todos os Meninos que sofrem o preconceito da cor.




O anjinho foi confeccionado com o gargalo de garrafa pet e a asa com o mesmo material da garrafa, colei papel e plástico colorido nas asas com as corres correspondentes. Para o anjinho mudar de cor da orla coloquei papel amassado das cores do anjinho pelo fundo da garrafa.
À medida que a história era contada ia mudando mostrando os anjinhos de acordo com as cores. Foi muito interessante e as crianças gostaram bastante.


Os alunos do 5º ano realizaram cartazes com informações sobre o Zumbi dos Palmares.
O Quilombo dos Palmares.
Onde se localizava: No estado de Alagoas.
Quem eram seus moradores: Escravos fugidos do local de trabalho, alguns índios e brancos pobres.
Como viviam seus moradores: Viviam de acordo com as tradições africanas; para sobreviver, criavam animais, cultivavam alimentos e faziam comércio com as comunidades vizinhas.
Principal líder do Quilombo: Zumbi.
Quando ele foi destruído: Em 1695.

Os alunos levaram figuras para confeccionar os cartazes em sala de aula e foram orientados pela professora.



O 3º ano de nossa escola realizou o trabalho sobre a Semana da Consciência Negra, objetivou levar o aluno a resgatar a história através de uma reflexão a respeito da real situação da população afro. Possibilitando assim, promover o desenvolvimento da auto-estima dos alunos e o legado cultural.
Os temas desenvolvidos foram:
- Negros - A força de uma raça;
- Um olhar clínico sobre as riquezas da cultura Afro ( Os penteados )






Natal




Neste mês tão próximo ao Natal , vamos começar os trabalhos natalinos, incentive os seu alunos com trabalhos que ajudem a enfeitar a sua escola e principalmente acender a chama do Natal em seus corações e assim das respectivas famílias. Beijos a todos.







Que as luzes do Natal iluminem os caminhos do Ano Novo!
Com o espírito de Natal, já estamos organizando nossas atividades natalinas que constará com várias atividades pedagógicas cujo o objetivo é de harmonização, interação e solidariedade.
Em nosso Corredor Cultural haverá exposições dos trabalhos realizados pelos alunos: cartazes, anjos, velas, árvores de Natal, móbiles, redações. maquetes e vários outros relacionados ao tema.
Para maior harmonização e interação haverá o Correio Natalino, onde os alunos trocarão cartões confeccionados e escritos por eles, e também realizaremos uma Cantata de Natal, para apresentarmos para a comunidade.